Cantilena
Nesta atividade vais ouvir uma cantilena e responder às perguntas que vão sendo feitas.
Segue as instruções: https://www.
Temos por base a experiência de 32 anos, no apoio escolar presencial e, nos últimos 2 anos, online. Fazemos acompanhamento individualizado e diferenciado, onde o aluno é o protagonista da sua aprendizagem. As tecnologias não são o futuro, são o presente! Uma ferramenta da realidade do ensino atual, sendo uma excelente estratégia de motivação do aluno. O Futuro é moldado nas decisões de Hoje!
Nesta atividade vais ouvir uma cantilena e responder às perguntas que vão sendo feitas.
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Entrada para o 1º Ciclo
A entrada de um filho para o 1º ciclo é um momento muito importante na vida
da criança e dos pais. Decidir se um filho já está pronto para ingressar no 1º
ano ou se deve aguardar mais um ano para desenvolver certas
capacidades/competências não é uma tarefa fácil.
Os pais encaram
esta mudança como uma transição do lúdico para o trabalho. “Agora é a
sério”– Transmitem como se o período pré-escolar não fosse essencial para
o amadurecimento da criança e o desenvolvimento das competências
necessárias para prepará-los para este momento.
Partindo do panorama geral: na maioria dos países, a criança entra na
escola entre os 5 e os 7 anos. No entanto, uma criança com 5 anos tem
características substancialmente diferentes de uma de 6, tal como uma de 6 tem
de uma de 7. Há crianças com 5 anos que aparentemente estão “aptas” para
ingressar no 1º ano, mas muitos são os casos, em que os pais acabam por perceber
que teria sido benéfico ter esperado mais um ano. A pressão escolar é muito grande e
o tempo para brincar e para dormir é mais reduzido.
Em alguns países, dando o exemplo dos EUA ou, países nórdicos como a Finlândia ou a Suécia, há cada vez
mais pais com filhos de 5 anos que optam por aguardar mais um ano, pois a
criança de 5 será das mais novas na turma, o que traz as suas consequências, enquanto que entrando com 6 ou até 7 anos faz com que esteja em pé
de igualdade e seja respeitada pelas outras crianças e reconhecida pelos professores, como sendo mais velha e tendo outra responsabilidade.
Muitas
vezes, a diferença de idades entre crianças que frequentam a mesma turma é
de quase um ano.
Steve Biddulph, perito em educação e psicologia infantil, defende que os alunos mais novos não estão fisicamente, emocionalmente ou linguisticamente preparados. Muitas vezes não são suficientemente autónomos ou não têm maturidade para passar a esta fase. Refere ainda o facto de não terem as motricidades finas e motora desenvolvidas como os mais velhos, vindo apresentar-se como uma dificuldade acrescida no aprender a escrever, por exemplo.
Tais factos, vão refletir-se nos resultados ao longo do ano
letivo. Um desempenho escolar esforçado, sobrecarregado e com "avaliações" medianas pode desenvolver características negativas na criança:
a baixa autoestima, falta de confiança, frustração, desinteresse escolar, isolamento etc. refletindo-se na área emocional.
Cada vez mais, o bom desempenho escolar dos filhos faz parte dos objetivos
dos pais. Muito pais, acabam por elevar as expectativas e privilegiar o aluno
em detrimento da criança. Se a criança é um bom aluno, muito bem. Se não é,
está o caldo entornado. É-lhe exigido mais e melhor. É criada muita
tensão à volta dos resultados escolares. Muitas vezes são-lhe atribuídas horas
extras de trabalhos e atividades que não deixam tempo para descansar, muito
menos para brincar. Todas estas sobrecargas físicas e emocionais podem levar
a uma consequente diminuição do desempenho do aluno, e o aumento de uma baixa
autoestima derivada do sentimento de falhanço/frustração perante os pais.
É essencial que:
·
os pais ajustem as suas expectativas em relação à
escola,
·
e que deem tempo para que os filhos progridam.
Não nos podemos esquecer que as crianças absorvem todos os sentimentos e
atitudes dos pais. Se os pais se apresentam stressados e ansiosos com a entrada
no primeiro ano, também para elas esta transição será tensa e com uma
adaptação difícil, vindo a condicionar os bons resultados.
Crianças
Condicionais
Em Portugal, “A matrícula no 1.º ano do 1.º ciclo do ensino básico
é obrigatória para as crianças que completem 6 anos de idade até 15 de
setembro. As crianças que completem os 6 anos de idade entre 16 de
setembro e 31 de dezembro podem ingressar no 1.º ciclo do ensino básico se tal
for requerido pelo encarregado de educação, dependendo a sua
aceitação definitiva da existência de vaga nas turmas já constituídas (..)”
[Despacho n.º 5048-B/2013]
Segundo
a legislação portuguesa, “A matrícula no 1.º ano do 1.º ciclo do ensino
básico é obrigatória para as crianças que completem 6 anos de idade até 15 de
setembro. As crianças que completem os 6 anos de idade entre 16 de setembro e
31 de dezembro podem ingressar no 1.º ciclo do ensino básico se tal for requerido
pelo encarregado de educação, dependendo a sua aceitação definitiva da
existência de vaga nas turmas já constituídas (..). Teoricamente, o que
isto significa é que todos os alunos que façam anos depois de 15 de setembro
são os chamados “condicionais”, o que quer dizer que só entram para a Escola Primária em situações de exceção.
No entanto, com o passar dos anos a realidade mostra exatamente o contrário, ou
seja, que todos os alunos que fazem anos até 31 de dezembro entram, salvo
algumas exceções. E esta opção acaba por ser perversa, pois inverte o princípio
que se encontra subjacente ao referido Despacho e também os estudos científicos
que demonstram que é importante que as crianças não queimem etapas e que só
avancem quando se encontram efetivamente preparadas para tal.
Tipicamente, a maturidade escolar significa que durante a pré-escola a criança já atingiu um
nível de desenvolvimento que permite a sua adaptação aos desafios da
escolarização formal – que é capaz de aprender. E há aspetos sociais e
emocionais do desenvolvimento da criança que constituem elementos importantes
de sua maturidade escolar, assim como da sua aprendizagem e do grau de
sucesso no futuro.
É muito subjetiva
e, como tal, não existe nenhum método muito eficaz para a avaliar. Depende de
muitos aspetos que não se conseguem quantificar, pelo que é uma área onde são
os pais quem melhor pode tirar conclusões. Apesar de ser possível ter uma ideia
geral, nenhum profissional de saúde consegue dar uma opinião muito fundamentada
em relação à maturidade de uma criança. E devia ser exatamente este o principal
discriminador para decidir se a criança avança ou não…
A maturidade é algo
que não se aprende, pois é “biológica”. Precisa de tempo para se desenvolver e
não se adquire por imitação. Os comportamentos podem-se imitar, mas a maturidade
tem que ir surgindo. E quando não está presente, as dificuldades vão-se fazer
notar. Por muitas capacidades que uma criança tenha, se não tiver maturidade
para entender o que se lhe ensina e o que se lhe exige, os seus resultados vão
sempre ficar aquém do que ela merece e é capaz. E esta questão pode fazer a
diferença entre a positiva e a negativa, como é lógico, mas pode também fazer a
diferença entre um aluno ser brilhante ou “apenas” muito bom.
Assim, vale muito a pena observar com dedicação/atenção a criança que ponderamos analisar se é a altura certa de a levar para a escola.
Existem outro aspeto que nos pode ajudar a perceber se chegou a hora da criança ingressar no 1º ano: Capacidade cognitiva (Psicologia)
É, sem dúvida, o
mais fácil de avaliar. Atualmente existem uma série de testes que permitem
quantificar o Quociente de Inteligência (QI) das crianças de forma bem
objetiva, pelo que não é difícil perceber se a criança tem “capacidade” ou não
para acompanhar as exigências. Para além disso, com esse tipo de avaliação
torna-se possível também perceber quais as áreas mais fortes e mais fracas da
criança, o que ajuda a estabelecer melhor de que forma aquela criança precisa
de ser estimulada.
Na prática, a maior
parte das crianças ditas “condicionais” acabam por ter um QI que lhes permite,
do ponto de vista cognitivo, acompanhar as outras, pelo que não costuma ser
este o aspeto que mais condiciona a decisão dos pais.
Porque cada criança é um indivíduo único, dotado de um conjunto de características específicas e com um determinado ritmo, são os pais que, enquanto responsáveis, devem observar diariamente e decidir se ela já tem maturidade para integrar o primeiro ano de escola.
Assim, há que respeitar o ritmo da criança que temos em mãos. Se até à
idade de ir para a escola os ensinarmos a brincar, se os estimularmos, se lhes lermos histórias, se fizermos atividades
plásticas e atividades ao ar livre, eles desenvolverão muito mais a maturidade do que em
qualquer ano extra na escola.
No entanto, é importante notar que as opiniões não são unânimes no que refere benefícios a curto e a
longo prazo da aplicação desta medida.
"Reter" uma criança, oferecendo-lhe tempo para amadurecer, também pode ter
impactos significativos a longo prazo. Especialmente no que refere ao
desenvolvimento emocional e autoestima da mesma.
Cada criança é
uma criança
Todas as opções que tomamos relativamente aos nossos filhos têm sempre
prós e contras. Numa situação como o desenvolvimento físico ou intelecto, não
podemos pautar duas crianças diferentes por padrões como a idade.
Cada criança é única. Os pais devem tomar a sua decisão relativamente ao
facto do filho estar ou não pronto para ingressar o 1º ano, tendo em conta as
características da criança. Enquanto que para uma criança pode ser
benéfico "atrasar" um ano, para outras pode ser prejudicial, por isso, deve tomar
esta decisão de acordo com o perfil do seu filho. Não existe uma
regra. Há de facto competências que se estiverem mais desenvolvidas podem
ajudar a realizar esta transição de forma tranquila. Mas também há crianças que
chegando aos 6 anos (quase 7anos) ainda não têm estas mesmas competências
desenvolvidas.
Idade cronológica
e idade emocional
Também é importante lembrar que a idade cronológica nem sempre equivale a
maturidade emocional ou mental, e que o tempo não é o único fator de
desenvolvimento do seu filho. Na verdade, se há alguém que pode ajudar no
desenvolvimento dos nossos filhos, somos nós, pais.
Se até à idade de ir para a escola os ensinarmos a brincar, se os
estimularmos, se lhes lermos histórias, se fizermos atividades plásticas e
atividades ao ar livre, eles desenvolverão muito mais a maturidade do que em
qualquer ano extra na escola.
Sabemos que cada vez temos menos tempo para estar com os nossos filhos. Por
isso temos de transformar este crescimento em momentos de qualidade realizando
atividades divertidas, e que os ajude a crescer. Partilhar do crescimento
deles, e ter noção real das suas características e capacidades, é essencial
para os ajudar na transição para o 1º ano.
Lembre-se, essa transição deverá ser um grande momento para os nossos filhos.
Não um momento de stress e tensão para toda a família.
Assim, em jeito de
conclusão, diria que a regra deveria ser que só entrariam para a Escola
Primária as crianças com 6 anos já feitos. Pontualmente poderia abrir-se uma ou
outra exceção, mas essa seria a decisão mais acertada para a esmagadora
maioria. Não é preciso pressas, apenas respeitar o que a biologia nos diz e os
estudos comprovam. Sei que haverá muita gente que discorda desta opção, mas
acredito mesmo que é a mais acertada.
Todas as crianças
devem ter oportunidade de usar as capacidades que têm e, para isso, precisam de
maturidade e segurança. E, acredite, todas elas têm muitos anos para ser
adultos, mas muito poucos para ser crianças. E atrevo-me até a dizer que é
quase “criminoso” impedir que elas usufruam desses poucos anos que têm enquanto
crianças…
O conceito de consciência fonológica pode ser definido, genericamente, como a capacidade para conscientemente manipular (mover, combinar ou suprimir) os elementos sonoros das palavras orais (Tunmer e Rohn, 1991).
A dislexia, por exemplo,
é uma forma específica de comprometimento da linguagem que afeta a forma pela
qual o cérebro codifica as características fonológicas das palavras faladas. O
défice central encontra-se no processamento fonológico e surge de
representações fonológicas mal especificadas.
Caracteriza-se por alterações da descodificação das palavras, refletindo
um processamento fonológico insuficiente e em desacordo com a idade e/ou
capacidades cognitivas. Associa-se, com frequência, a dificuldades na
motricidade fina, no ritmo, no processamento e apresentação da informação
escrita: disgrafia, disortografia e, em alguns casos, discalculia.
Os jogos de palavras, os
trocadilhos e os duplos sentidos são bons exemplos de outra capacidade que
requer a manipulação consciente da língua fora do contexto comunicativo e é
servida por processos cognitivos, nomeadamente a consciência e o controlo do
conhecimento, sendo esta capacidade conhecida por consciência linguística
(Sim-Sim, Martins, 2000).
As
modalidades mais elementares da consciência fonológica abrangem a sensibilidade
às sílabas, rimas, e segmentação e podem desenvolver-se, mais ou menos
espontaneamente, ao longo dos anos pré-escolares (Liberman, 1974; Treiman,
1992). O sucesso nestas tarefas relaciona-se significativamente com o
desempenho na leitura/escrita no primeiro ano escolar (Vellutino e Scanlon,
1987).
Um outro
indicador importante para a aquisição da leitura é o conhecimento do som ou
nome das letras. Alegria (1985) afirma que é importante ajudar as crianças a
analisarem a linguagem para que entendam a relação que existe entre as letras e
o que elas representam.
Em
conclusão, o despiste e intervenção precoce são essenciais para prevenir as
dificuldades de aprendizagem da Leitura/Escrita.
Contacte-nos: apoioaoestudoabc@gmail.com
Aprender a estudar com eficácia implica saber pensar, refletir sobre a própria
aprendizagem, sobre o modo como se aprende, e utilizar, em cada momento, os
melhores métodos e as técnicas mais adequadas ao desempenho das tarefas
escolares ou atividades propostas.
Se esta competência é essencial no dia-a-dia da escola, continuará a sê-lo
na vida profissional, sobretudo nos dias de hoje, em que os empregos são cada
vez menos estáveis e se torna necessário, frequentemente, adaptar-se a novos
contextos, a novas tarefas, a novas atividades…
Os desafios de qualificação, atualização e adaptação a novas realidades
profissionais a que temos de responder exigem, com efeito, que sejamos
autónomos na aprendizagem para podermos, em qualquer momento, garantir a nossa
formação e obter novos saberes e novas competências.
Pretendemos ajudar quem nos procura a conhecer e manipular as ferramentas
de trabalho mais adequadas, a assumir as atitudes e os comportamentos mais favoráveis
em cada ocasião e a desenvolver, conscientemente, as estratégias que permitam ter
sucesso na aprendizagem, não só durante a escolaridade, mas também ao longo de
toda a vida.
Hoje temos de ir mais além do saber ler, escrever e contar. É preciso saber
retirar informação a partir do material escrito (textos, enunciados, orientações,
etc.) raciocínio matemático, saber uma a duas línguas estrangeiras, dominar as
tecnologias de informação e comunicação, ter competências para trabalhar em
equipa e apropriar os saberes da cultura científica e humanista indispensáveis
à compreensão da realidade em que vivemos, neste contexto global.
O que precisamos para aprender?
Porquê ensinar a estudar?
Se ensinarmos os
nossos alunos a pensar e a estudar, estaremos a contribuir para facilitar o seu
sucesso educativo e na vida. A evolução do conhecimento processa-se a um ritmo
muito rápido. Os jovens necessitam de autonomia e saber procurar soluções para
os diversos desafios que se lhes vão surgindo, hoje na escola e no seu dia-a-dia,
amanhã na sua vida em sociedade e numa profissão.
Estudar bem não é
necessariamente estudar muito. Implica saber organizar o tempo de estudo
(construção de horário), os materiais necessários, definir objetivos e prioridades,
selecionar estratégias adequadas à sua realização assim como fazer a autoavaliação
do trabalho realizado, para assim rentabilizar o tempo e o esforço e obter um
maior sucesso educativo.
Contacte-nos: apoioaoestudoabc@gmail.com
Distúrbios da fala e da linguagem na infância.
https://www.youtube.com/watch?v=zXs9lEui0_Q
Material complementar ao e-book "A cor do meu medo", com autoria e edição Betweien. Este livro e música, desenvolvidos pela equipa da Betweien, construídos de forma concertada e num curto espaço de tempo, visa, acima de tudo, responder, àquilo que é a política de Responsabilidade Social da empresa, à necessidade de manter as crianças informadas sobre o que se está a passar no mundo, com as ferramentas necessárias para agir da melhor maneira possível. Numa altura em que questionamos o quão incerta pode ser aquela segurança que tínhamos dada como garantida, num contexto onde nos assombra as explosões e as incertezas europeias, o momento em que colocámos em causa as consequências desta Guerra, a Betweien decidiu desenvolver este livro digital didático, e disponibilizá-lo online de forma gratuita. Muitas têm sido as ações de solidariedade provenientes de todas as partes do mundo, a Betweien contribui assim com o que melhor sabe desenvolver, conteúdos pedagógicos que informam e sensibilizam para um determinado tema.
A recente invasão da Ucrânia por parte da Rússia levanta questões relevantes para discussão em sala de aula. Com este intuito, a Texto e o autor Francisco Cantanhede prepararam uma atividade, com fontes recentes, para abordar este tema de forma estruturada na sala de aula. Pretendemos com a disponibilização deste recurso contribuir para que os alunos se questionem sobre o que pode cada um de nós fazer para que o século XXI seja um tempo de paz e não de guerra. E, de certa forma, prestar homenagem a quem luta pela sua liberdade.
Diversidade nos processos de aprendizagem com quinzes, vídeos didáticos (Escola Virtual, Aula Digital e outras plataformas), aprender a fazer resumos para adquirir autonomia no estudo em casa.
A primeira sessão de apoio (avaliação) é gratuita sendo necessário o horário do aluno, para fazer um plano de estudo semanal.
Contacte-nos: apoioaoestudoabc@gmail.com
Ler mais em: https://appseducacao.rbe.mec.pt/?fbclid=IwAR260AveZlibFt1KWaDNH-idjbosyGTF0YBHvVrks12oGH2iJdrt3yx2ee8 (copiar link)
Microsoft Math Solver
A aplicação Microsoft Math Solver fornece ajuda para uma variedade de problemas, incluindo aritmética, álgebra, trigonometria, cálculo, estatística e outros tópicos usando um solucionador de matemática avançado com IA. Basta escreveres um problema matemático no ecrã ou usar a câmara para tirares uma foto matemática. O solucionador de problemas Microsoft Math reconhece instantaneamente o problema e ajuda-te a resolvê-lo com Explicações passo a passo GRÁTIS, gráficos interativos, problemas semelhantes da Web e tutoriais online em vídeo. Encontra rapidamente conceitos matemáticos relacionados. Recebe ajuda para os teus problemas dos trabalhos de casa e ganha confiança no domínio das técnicas com a Microsoft Math. É totalmente GRÁTIS e sem anúncios!
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O que é o défice de alfa-1-antitripsina?
O défice de alfa-1-antitripsina não é, por si mesmo, uma doença, mas sim uma condição genética que é transmitida de pais para filhos e que aumenta o risco de desenvolver doença no pulmão e no fígado. As pessoas afetadas apresentam níveis baixos no sangue da proteína alfa-1-antitripsina (AAT).
Quais os sintomas?
Devemos suspeitar desta entidade perante:
O seu diagnóstico implica uma análise de sangue para quantificar o nível de AAT e para determinar qual o tipo de alteração genética.
A manifestação clínica do seu filho depende da alteração genética detetada. A tabela seguinte mostra o risco de doença hepática e pulmonar das alterações genéticas mais frequentes.
Ler artigo completo em: https://www.escolavirtual.pt/Blogue/Artigos/o-meu-filho-foi-diagnosticado-com-defice-de-alfa-1-antitripsina.htm